terça-feira, 23 de agosto de 2016

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

CHICO DANIEL - O ASSUENSE QUE FEZ HISTÓRIA NO FOLCLORE BRASILEIRO
Francisco Ângelo da Costa - o popular Chico Daniel -, nasceu em Assu no dia 05 de setembro de 1941. Nunca sentou num banco de escola. O negócio de Chico era tocar pandeiro acompanhando um sanfoneiro e ao pai Daniel Ângelo – conhecido mamulengueiro na região. Aos 14 anos Chico aprendeu a esculpir e a manusear os bonecos e nunca mais deixou de “brincar” com seus mamulengos.

Ao longo de sua trajetória desenvolveu uma técnica muito específica em torno de sua brincadeira. Preparava tudo com muito zelo. Era o faz tudo: bonecos, figurinos, adereços, texto, oralidade, cenografia, além do improviso nos diálogos de seus bonecos dando "vida" aos personagens. 


Todas as narrativas eram histórias do cotidiano colhidas nos terreiros das fazendas durante a debulha de milho, histórias de trancoso, piadas... usava timbres de vozes e sotaques diferentes quase ao mesmo tempo. Dizia sempre: “A minha arte, quando eu chegar a falecer, quem vai ficar com ela são meus filhos”.

O escritor e folclorista Ariano Suassuna disse certa vez em Natal: “O melhor mamulengueiro do nordeste é daqui, Chico Daniel. Eu acho que ele é um ator extraordinário”.

Chico Daniel participou de festivais de mamulengos em quase todos os estados do Brasil e em vários outros países. Passou uma longa temporada em Portugal fazendo shows com seus ilustres bonecos de pau.

Era dessas sumidades incontestáveis. Alegrava crianças e adultos com as presepadas do negro Baltazar (filho adotivo do Capitão João Redondo) e de personagens que ganhavam "vida" nas mãos do mestre como: Dr. Pindurassaia, Etelvina, Boi Coração, Mestre Guedes, o Malandro de coca-cola, o Padre, Dr. João Bondado, Cassimiro Coco, Tenente Bezerra de Melo, Pedro Marinheiro, João Guedes, o Cachaceiro, entre outros.

Viveu por muitos anos em Natal, recebendo inclusive o título de cidadão natalense.

O mamulengueiro Francisco Ângelo da Costa - Chico Daniel, faleceu às 13 horas do dia 03 de março de 2007, vitima de um infarto. Foi sepultado no dia 04 de março no cemitério de Bom Pastor em Natal. Deixou 10 filhos e 30 netos além de uma grande quantidade de fãs, sobretudo entre os produtores de arte e cultura no Rio Grande do Norte.
Foto ilustrativa colhida no www.overmundo.com.br



domingo, 21 de agosto de 2016

Que Natal é uma cidade relevante, todos nós sabemos. O seu poeta Bosco Lopes (1949-1996) depõe que Natal é fundamental. Não fosse pelo seu pôr do sol do Potengi, seria pelas pessoas que o contemplam, embriagas de poesia e que passeiam a beleza pelas suas ruas seculares.

Mas, Natal não deve viver sobre o escudo de uma cidade bela e encantadora, não! São multiplos os seus problemas que o povo pede soluções urgentes.

Agora, para que Natal melhore, é preciso que você meu caro el...eitor(a) saiba escolher em quem vai votar no dia 2 de outubro para vereador. Se você votar bem, escolher o melhor candidato, vai ter a certeza de ver a capital potiguar, melhor, mais feliz, preparada para o amanhã e para o futuro!

Fernando Caldas (Vereador - 25125).

(Fotografia oficial de urna eletrônica).

O que significa o ouro para o futebol brasileiro

Juca Kfouri

A medalha de ouro ganha no Maracanã enlouquecido com a vitória não significa a redenção de nosso futebol, nem sequer uma revanche sobre a Alemanha.
Mas significa o refazer de um vínculo com a Seleção Brasileira, medida fundamental para reconduzi-la ao caminho das vitórias.

Quem viu e ouviu e sentiu o Maracanã cantando “olê, olê, olá, Neymar, Neymar”, não pode ter dúvida sobre o quanto o torcedor brasileiro andava carente.
Quem ouviu o estádio gritar que Weverton é o melhor goleiro do Brasil, sendo ele do Atlético Paranaense, entenderá a importância dessa medalha inédita.
Medalha que não empalidece em nada as demais 17 conquistadas pelo boxe, pelo judô, pela natação, vôlei e vôlei d e praia, ou pela canoagem e pela vela.
Medalhas somam, não subtraem.
Se Tite pegou uma herança maldita de Dunga e Gilmar Rinaldi, começou a transformá-la em ouro ao deixar quem merecia comandá-la.

E Rogério Micale não só não decepcionou como transformou miséria em riqueza.
Lembre que seria Dunga com sua carranca de maus bofes quem estaria à frente do time olímpico.
Ignorar o bem que tudo isso possa fazer ao nosso futebol não é coisa de quem goste de futebol.
De quem até acha que o problema do futebol brasileiro é Neymar.
Ora, dane-se o Marco Polo que não viaja ou o que o Neymar diz ou deixa de dizer.
Interessa que ele bata falta como a do gol na Alemanha e que bata pênaltis com a precisão demonstrada na última cobrança, aquela que valeu ouro.
Porque só que falta agora é nós acharmos que ganhar uma medalha olímpica possa fazer mal.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

"Morto-Vivo"

Hoje, 19, me dirigi a uma das agências do Banco do Brasil, de Natal, para abrir uma conta especifica e obrigatória, para candidatos (Eleições 2016). Pois bem, o funcionário daquela casa bancária ao consultar o Banco de Dados do SISOB – Sistema de Informações de Dados de Óbitos (que alguns cartórios são obrigados a enviar quando alguém, um preposto ou um familiar do falecido, requeira a Certidão de Óbito, a repassar a Previdência Social, bem como a outros órgãos ...do governo), me informou em voz alta que eu já teria morrido desde o ano de 2013, para risos de alguns clientes e funcionários presentes. O que pode ter ocorrido, penso eu, um raro problema de homonímia, erro de digitação ou má fé de alguém. Fato este que terei de resolver num menor tempo possível!
Continuo candidato a vereador pela capital potiguar. Um registro apenas para tornar público.

Obrigado pela leitura.

Fernando Caldas

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

‘Toinho de Walter’ é homenageado na abertura dos JERNS 2016

A solenidade foi encerrada com uma apresentação cultural

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A 10ª etapa regional dos Jogos Estudantis do Rio Grande do Norte (JERNS) em Assú teve largada na noite desta terça-feira, 16 de agosto com a realização da cerimônia oficial de abertura na Praça São João Batista. Cerca de 2.400 alunos/competidores  de atletismo, capoeira, karatê, judô, taekwondo, natação, jiu-jitsu, xadrez, tênis de mesa, futsal, futebol de campo, futebol society, futebol de areia, voleibol de duplas, e  voleibol in door, provenientes das cidades de Assú, Campo Grande, Carnaubais, Triunfo Potiguar, São Rafael, Paraú, Itajá, Ipanguaçu, Angicos, Santana do Matos, Lajes, Afonso Bezerra, Pedro Avelino e Fernando Pedroza estarão participando da competição que é considerada uma das maiores do gênero no país como informa o coordenador da Codesp/RN, professor Gileno Souto.
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A primeira delegação a entrar no Anfiteatro Prefeito Arcelino Costa Leitão foi a do Colégio do Futuro. O juramento do atleta foi proferido pelo aluno/atleta Carlos Eduardo, da Escola Municipal Professora Nair Fernandes, segundo colocado no Ranking Nacional de Taekwondo e atual campeão do Natal Open na categoria Cadete. Na avaliação do professor Túlio César de Medeiros Almeida a abertura dos JERNS foi um momento de integração de atletas, familiares e professores. As disputas dos JERNS acontecerão em vários espaços como o ginásio do CAIC, Arena Casa Forte, Estádio Edgarzão, Complexo Poliesportivo Deputado Arnóbio Abreu entre outros.
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O ato considerado como ponto alto da solenidade vivenciada nesta terça-feira, a condução do fogo simbólico seguido do acendimento da pira olímpica, foi protagonizado pelo professor de educação física Carlos Antônio de Sá Leitão – ‘Toinho de Walter’ que também recebeu uma comenda pelos serviços prestados ao esporte assuense.
Eu não esperava que viesse ser convidado para ser homenageado e acender a pira olímpica. É um momento de festa para a nossa cidade”, destacou o professor. A solenidade foi encerrada com uma apresentação cultural. Clique aqui e veja a galeria de fotos.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

( B O R B O L E T A )

Sou borboleta que saiu do casulo
Sentindo -se insegura não sabe voar....
Que a vida me ensine .......
Me mostre o caminho
De um lindo jardim que busco
Encontrar.


Autoria : Sara Camara
17/08/2014/
 

5 coisas interessantes sobre o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte

Publicado por às 10 de agosto de 2016 em Curiosidade, História | 3 Comentários
Isso mesmo, existe um museu totalmente indígena em terras potiguares, que é inclusive o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte.

Ele fica localizado na cidade de Apodi

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Que por sua vez fica na mesorregião Oeste Potiguar.

O museu é uma homenagem a uma guerreira indígena que foi brutalmente assassinada

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A apodiense Luiza Cantofa, assassinada na cidade de Portalegre/RN, no dia 03 de novembro de 1825.

Atualmente ele funciona provisoriamente na casa desta mulher

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Uma pesquisadora apodiense chamada Lucia Maria Tavares, que é a Presidente do Centro Histórico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi (CHCTPLA), entidade mantenedora do Museu Luíza Cantofa.

Entre os seus principais objetivos, o museu quer resgatar a cultura indígena de Apodi

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Dança dos índios Tapuias Paiacus, primeiros habitantes de terras apodienses (Foto: Ecoarte.info)
E não só isso:
  • Resgatar e preservar a cultura indígena dos Tapuias Paiacus, porque eles foram um marco histórico na formação do município de Apodi;
  • Promover e apoiar ações que contribuam para o resgate, divulgação e valorização da arte e da cultura indígena;
  • Estimular a parceria, o diálogo local e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando junto a outras entidades de atividades que visem interesses comuns;
  • Apoiar, bem como promover, ações sustentáveis que contribuam para a preservação ambiental, de modo especial, da Lagoa do Apodi, que em suas margens foram realizadas atividades como plantação, pescaria, dentre outras pelos referidos nativos, de onde veio as surgir a cidade.

Ele abriga várias peças e artefatos feitos pelos índios primeiros donos da terra

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Os Tapuias Paiacus foram os primeiros habitantes das terras apodienses.
Que trabalho excelente, hein? Parabéns. E para visitar o Museu do Índio Luíza Cantofa, agende a sua visita pelo número (84) 99914-2282.

De: Curioso
Enviado pelo galadinho Francisco Veríssimo de Sousa Neto .
O sopro do tempo não paga
a chama do nosso amor
 
Na vida, aquilo que afaga
se faz profunda emoção,
as coisas do coração
O SOPRO DO TEMPO NÃO APAGA.
E é mesmo bom que não traga
algo que cause rancor
ou que nos lembre uma dor,
melhor louvar bons momentos
como aquece os sentimentos
A CHAMA DO NOSSO AMOR
 
João Celso Neto



domingo, 14 de agosto de 2016


 
GLOSA

O SOPRO DO TEMPO NÃO APAGA
A CHAMA DO NOSSO AMOR

  
MOTE

Os olhares se cruzaram
já famintos de paixão
senti pular meu tesão
as carnes se agitaram
os sentidos aguçaram
me veio um certo temor,
não sei se medo ou rancor...
Uma certeza me afaga:
o sopro do tempo não apaga
A chama do nosso amor.

Autor: Ivan Pinheiro - Assu.
Ilustração colhida do mariaeunicesousa.com